Desespero – a Indústria leiteira quer proibir o termo “leite’ em produtos vegetais nos EUA

A indústria de leite nos EUA parece estar desesperada com o crescimento do mercado de leites vegetais no país do “Tio Sam”. Em matéria publicada neste mês de fevereiro, o jornal mais importante dos EUA o “New York Times” destacou uma matéria sobre este assunto. Segundo o jornal, um grupo formado por empresários do ramo de leite animal está tentando forçar a FDA (Vigilância Sanitária dos EUA) de proibir o uso do termo “leite” nos produtos com base vegetal, como o leite de soja, amêndoas, coco, avelã, castanha do Pará, castanha de caju, arroz e, além disso, também querem proibir “queijos vegetais”, “manteigas”, “iogurtes” e outros a utilizarem o mesmo termo. A alegação, segundo esse grupo, seria de que os consumidores estariam sendo enganados por acharem que os produtos com estes termos seriam de origem animal e logo seriam nutricionalmente equivalentes.Está mais do que evidente de que isto é somente uma desculpa para dificultar o crescimento das empresas que investem no mercado “Plant Based” (Alimentos com base vegetal) e que normalmente são voltadas para o público vegano, indivíduos com alergia ao leite ou intolerância à lactose, vegetarianos e pessoas que querem uma alternativa aos leites de origem animal, pois buscam um estilo de vida mais saudável.Esse desespero se deve à queda nas vendas de leites animais, pois segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, as vendas de leite de vaca caíram 12 bilhões de dólares no ano passado e os estadunidenses estão bebendo cerca de 37% menos leite se comparado ao ano de 1970. Isso só demonstra como o veganismo cresce no mundo inteiro a ponto dessas empresas que lucram com o sofrimento animal, usarem dos mais variados artifícios para barrarem o crescimento de empresas voltadas para o mercado de produtos vegetais. E não podemos esquecer que o preço do leite animal é muito alto, há sofrimento, morte de um bezerro, dor e crueldade (clique aqui e saiba mais). Logo não há dúvidas sobre qual produto você escolheria na prateleira, pois definitivamente seria o sem crueldade animal. Para ler a matéria completa do jornal New York Times clique aqui (inglês).