Humanos trocam de lugar com animais testados em laboratório – Veja campanha polêmica

É possível que a maioria das pessoas seriam contra a exploração animal, inclusive para consumo humano, caso soubessem o que acontece com os animais nos laboratórios, matadouros, galpões de criação etc. Infelizmente, muitas pessoas ainda desconhecem sobre estas atrocidades e por isto continuam comprando e, desta forma, subsidiando, a tortura contra animais e seu assassinato.img_lush_1Para enfrentar a ignorância, ativistas estão, cada vez mais, tomando consciência de que intervenções artísticas são uma ótima maneira de chamar a atenção do transeunte, principalmente aqueles mais apáticos. Foi assim então que aconteceu mais uma campanha contra a exploração animal para testes de laboratório. Desta vez, porém, foi a vez de uma empresa britânica de cosméticos anti-vivissecação atuar contra a prática.img_lush_2

Assim, a empresa britânica Lush lançou recentemente, uma campanha anti-vivissecação em Londres, em que colocava uma atriz voluntária no lugar de um animal sendo vivissecado. Esta campanha gerou bastante polêmica, principalmente porque a atriz sofreu voluntariamente alguns dos processos de teste, comumente realizados em animais, como o uso de substâncias ardentes em seus olhos, imobilização etc.img_lush_3

Fotos da campanha podem ser vistas abaixo e demonstram a importância deste tipo de ato artístico, que chamou a atenção de diversas pessoas na rua. Imagino quantas delas não mudaram de opinião quanto à exploração animal?img_lush_5

Nota: a Lush foi felizarda em lançar esta campanha, porém é um tanto quanto hipócrita de sua parte, já que ela não é uma empresa vegana e usa produtos de exploração animal em alguns de seus cosméticos. Além disso, a empresa foi criticada pelo fato de ter escolhido uma atriz mulher propositalmente. Segundo a empresa, eles queriam uma mulher porque são as mulheres aquelas que mais consomem cosméticos. Argumentos contrários afirmaram, porém, que a maioria dos cosméticos testados em animais são cosméticos oferecidos ao público masculino. São também os homens a maioria dos caçadores e dos operários em matadouros no mundo.