Jornal The Guardian: ovos orgânicos éticos não existem – um conto de fadas da publicidade

O um dos jornais mais importantes da Inglaterra o “The Guardian” destacou nessa segunda-feira um texto sobre a grande mentira dos “ovos orgânicos” ou chamados aqui no Brasil ironicamente pelos veganos como “ovos felizes” (não existe).

Na terra da rainha os ovos orgânicos são chamados de “free range” (vivem livres) mas no texto o colunista Chas Newkey-Burden deixa claro que não há nada de ético em comer ovos e que na verdade é um grande conto de fadas da publicidade os “ovos orgânicos felizes”.

Em seu texto ele aponta o que a maioria dos veganos já sabem, que a indústria dos ovos irá continuar explorando, desbicando (remover bicos das aves), assassinando (pintinhos machos são triturados ou sufocados) e a balela ímpar que as aves vivem soltas, sabido que de tanto estresse e exaustão elas mal saem do lugar.

Resumindo o texto no jornal britânico deixa claro, não é ético comer ovos, não existe contos de fadas e as pessoas que acreditam nisso só querem virar a cara para não ver e saber a verdade, caem nos contos da publicidade bem estarista sabendo disso.

Fica o alerta muitas ONGs “bem-estaristas” apóiam essa indústria e se dizem “veganas”, só que na prática está mais do que claro que os lucros e parcerias com essas indústrias que são prioridade para elas e não os animais. Para ler o artigo completo do “The Guardian” clique aqui (em inglês).

Bem-estaristas colaboram com a exploração animal, aceitando o uso instrumental de animais para a conveniência humana, que é considerado antropocêntrico e portanto injusto, ou por ajudar a perpetuar a cultura do uso de animais, que os deixa vulneráveis a diversos tipos de maus-tratos. Também alegam que certificações de bem-estar animal são rótulos de marketing que não são devidamente fiscalizados, e que efetivamente colaboram para a perpetuação do sofrimento animal.